Marketing digital para hotéis
Estar presente na internet, entretanto, não significa competir apenas por alcance. Um hotel precisa aparecer para a pessoa certa, apresentar informações confiáveis, responder rapidamente e facilitar a reserva em qualquer dispositivo.
O crescimento também deve considerar a evolução da demanda. Uma pesquisa produzida pelo Google, Deloitte e empresas do setor projeta aumento de 60% no número de viajantes internacionais até 2040 (Google e Deloitte, 2025). Esse avanço amplia as oportunidades, mas também aumenta a competição por atenção.
Por que o marketing para hotéis influencia diretamente as reservas?
A escolha de um hotel envolve localização, preço, avaliações, fotografias, políticas de cancelamento, comodidades e confiança. O viajante normalmente compara várias alternativas antes de decidir, mesmo quando já conhece o destino.
Quase 40% dos consumidores dos Estados Unidos declararam realizar reservas de hotéis pela internet, percentual superior ao verificado em diferentes categorias de transporte pesquisadas (Statista Consumer Insights, 2026). O dado reforça o papel dos canais digitais no momento de compra.
O marketing para hotéis organiza os pontos de contato que interferem nessa escolha. Isso inclui resultados do Google, anúncios, mapas, OTAs, site oficial, Instagram, vídeos, avaliações e atendimento pelo WhatsApp.
Quando esses canais apresentam mensagens conflitantes, imagens antigas ou informações incompletas, a confiança diminui. Quando funcionam como um sistema, ajudam o hóspede a avançar da pesquisa para a reserva.
Quais objetivos devem orientar a estratégia?
- Aumentar a ocupação em períodos de baixa demanda.
- Elevar a participação das reservas diretas.
- Reduzir o custo médio de aquisição por hóspede.
- Melhorar a diária média sem comprometer a conversão.
- Fortalecer a reputação digital do empreendimento.
- Estimular novas estadias e indicações.
- Atrair segmentos mais rentáveis para cada período.
As metas precisam ser conectadas à realidade comercial. Uma campanha que gera muitas reservas com tarifas excessivamente baixas pode aumentar a ocupação e, ao mesmo tempo, reduzir a rentabilidade.
Essa análise se torna ainda mais relevante com o aumento das reservas de última hora. Em agosto de 2023, 48% das reservas europeias observadas pelo Google foram realizadas na semana anterior à viagem (Google, 2024).
Como entender a jornada digital do hóspede?
A jornada não começa na página de reservas. Ela pode começar em um vídeo sobre o destino, uma busca por passagem, uma indicação, uma publicação de evento ou uma pergunta feita a uma inteligência artificial.
Mais da metade dos viajantes pesquisados em mercados da Ásia-Pacífico utilizava pontos de contato em vídeo durante a jornada, e 41% recorria especificamente ao YouTube (Google, 2022). O comportamento mostra que inspiração e pesquisa estão cada vez mais próximas.
Para estruturar o marketing para hotéis, a jornada pode ser dividida em cinco etapas.
- Inspiração: o viajante descobre o destino ou considera fazer uma viagem.
- Pesquisa: compara regiões, hotéis, preços, avaliações e experiências.
- Decisão: verifica disponibilidade, condições, segurança e benefícios.
- Estadia: interage com a recepção e avalia a experiência entregue.
- Relacionamento: recebe comunicações para retornar ou indicar o hotel.
Cada etapa exige um tipo de mensagem. Conteúdos inspiracionais podem despertar interesse, enquanto páginas claras de acomodação e anúncios de pesquisa atendem quem já demonstra intenção de reserva.
A personalização também influencia a percepção de relevância. Em um estudo do Google com a Phocuswright, 57% dos viajantes norte-americanos afirmaram que as marcas deveriam adaptar suas informações às preferências pessoais ou ao comportamento anterior (Google e Phocuswright, 2018).
Quais canais formam uma estratégia de marketing para hotéis?
Não existe um canal único capaz de atender toda a jornada. A escolha depende do perfil do hotel, localização, público, preço, sazonalidade e capacidade de atendimento.
| Canal | Função principal | Momento da jornada | Indicador prioritário |
|---|---|---|---|
| SEO | Capturar pesquisas orgânicas | Pesquisa e decisão | Reservas orgânicas |
| Google Ads | Capturar demanda ativa | Pesquisa e decisão | Custo por reserva |
| Google Hotel Ads | Comparar preço e disponibilidade | Decisão | Retorno sobre investimento |
| Instagram e TikTok | Apresentar experiência e marca | Inspiração e consideração | Visitas qualificadas |
| E-mail marketing | Nutrir e reativar hóspedes | Decisão e relacionamento | Receita por campanha |
| Responder dúvidas e recuperar reservas | Decisão e pré-estadia | Conversão de atendimentos | |
| OTAs | Distribuir inventário e ampliar alcance | Pesquisa e decisão | Receita líquida por canal |
As OTAs continuam relevantes. Em uma pesquisa com hotéis europeus, 74% dos respondentes disseram que as plataformas online de viagem contribuíram para tornar o negócio mais rentável (Statista e Booking.com, 2024).
O problema surge quando toda a demanda depende desses intermediários. Nesse cenário, o hotel tem menos controle sobre o relacionamento, paga comissões recorrentes e acessa menos informações sobre o comportamento do hóspede.
SEO, Google Ads ou redes sociais: qual canal escolher?
A decisão não deve ser baseada no canal mais popular. Ela deve considerar a intenção do público e a velocidade necessária para atingir os resultados.
Quando priorizar SEO?
SEO é indicado para hotéis que desejam construir presença contínua em pesquisas como “hotel próximo ao centro”, “onde ficar em determinada cidade” ou “hotel para viagem de negócios”. O trabalho envolve estrutura técnica, páginas locais, conteúdo e autoridade.
A pesquisa orgânica pode atender tanto buscas tradicionais quanto respostas geradas por ChatGPT, Gemini, Perplexity e Google AI Overviews. Para isso, o conteúdo deve apresentar informações específicas, entidades claras, respostas diretas e fontes identificáveis.
O Google mantém uma ferramenta pública chamada Destination Insights para acompanhar variações da demanda por destinos e identificar mercados com potencial de crescimento (Google, 2025). Esses dados podem orientar a produção de páginas e campanhas.
Quando priorizar Google Ads?
O Google Ads atende pessoas que já procuram hospedagem. Termos com cidade, bairro, atração, aeroporto, hospital, evento ou tipo de acomodação costumam demonstrar intenção mais clara.
O hotel deve excluir buscas irrelevantes, separar campanhas por objetivo e direcionar cada anúncio para a página correspondente. Enviar todo o tráfego para a página inicial tende a aumentar o esforço necessário para encontrar informações.
Em 2025, quase 40% dos consumidores norte-americanos pesquisados fizeram reservas de hotel online (Statista Consumer Insights, 2026). A captura dessa demanda exige páginas rápidas e um processo de compra compatível com dispositivos móveis.
Quando usar Instagram e TikTok?
As redes sociais ajudam a tornar a experiência visível. Quartos, café da manhã, piscina, gastronomia, eventos, localização e bastidores podem ser apresentados antes de o viajante iniciar uma busca direta pelo nome do hotel.
O conteúdo deve evitar uma sequência de fotografias sem contexto. Vídeos curtos podem responder dúvidas, mostrar distâncias, comparar acomodações e apresentar o que existe ao redor do empreendimento.
O vídeo tem participação relevante na pesquisa de viagens. Segundo o Google, 41% dos viajantes pesquisados em um estudo regional usavam o YouTube em algum ponto da jornada (Google, 2022).
Como aumentar as reservas diretas sem abandonar as OTAs?
O marketing para hotéis não precisa transformar OTAs em adversárias. Essas plataformas podem atrair clientes que ainda não conhecem o empreendimento e oferecer exposição em mercados difíceis de alcançar individualmente.
A estratégia mais segura é ampliar gradualmente a participação do canal direto. Para isso, o site precisa competir em confiança, facilidade e valor percebido.
O que o site oficial precisa oferecer?
- Informações claras sobre cada acomodação.
- Fotografias atuais e compatíveis com a experiência real.
- Motor de reservas simples e adaptado ao celular.
- Preço, taxas e políticas apresentados sem ambiguidades.
- Benefícios exclusivos para reservas diretas.
- Contato visível por telefone e WhatsApp.
- Avaliações e provas de confiança.
- Conteúdo sobre localização, acesso e atrações próximas.
Reservas online, OTAs e redes sociais já respondiam por 64,6% das reservas hoteleiras europeias analisadas em 2022 (Statista e HOTREC, 2024). Portanto, o site oficial participa de um ambiente onde a comparação é imediata.
O benefício direto não precisa ser apenas desconto. Café da manhã incluído, estacionamento, check-out estendido, política flexível ou um pequeno upgrade podem preservar a diária e aumentar o valor percebido.
O hotel também pode implementar uma estrutura de aquisição e acompanhamento semelhante ao motor de geração de oportunidades da Am9 Traction, conectando anúncios, páginas, atendimento, automação e análise comercial.
Como usar dados no marketing para hotéis?
Cliques e seguidores não mostram, isoladamente, a qualidade da estratégia. O hotel precisa relacionar investimento, reservas, receita, cancelamentos e margem.
O acompanhamento deve considerar a origem de cada venda. Sem essa atribuição, a equipe pode interromper campanhas eficientes ou manter canais que parecem movimentados, mas geram pouca receita líquida.
Quais indicadores acompanhar?
- Taxa de ocupação: percentual de quartos ocupados no período.
- Diária média: receita de hospedagem dividida pelas diárias vendidas.
- RevPAR: receita por quarto disponível.
- Custo por reserva: investimento dividido pelas reservas atribuídas.
- Taxa de conversão: percentual de visitantes que conclui a reserva.
- Receita líquida por canal: valor após comissões e custos de aquisição.
- Cancelamento: percentual de reservas canceladas.
- Participação direta: proporção de reservas realizadas sem intermediários.
O comportamento de compra também muda conforme o período. Em determinados destinos europeus, 48% das reservas realizadas em agosto ocorreram apenas uma semana antes da viagem (Google, 2024). Campanhas precisam considerar essas janelas de decisão.
A análise deve ser realizada por segmento. Casais, famílias, viajantes corporativos, grupos e participantes de eventos apresentam antecedência, permanência e sensibilidade a preço diferentes.
Como a reputação digital interfere na conversão?
Avaliações funcionam como evidência pública da experiência entregue. O viajante pode aceitar uma diária mais alta quando percebe consistência entre fotografias, comentários, localização e serviço.
Responder avaliações negativas com agressividade ou mensagens padronizadas amplia o problema. Uma resposta adequada reconhece o relato, esclarece o contexto sem expor o hóspede e apresenta a ação tomada.
A sustentabilidade também aparece nas decisões de viagem. Em 2024, 83% dos viajantes globais pesquisados afirmaram considerar importante viajar de maneira mais sustentável (Booking.com, 2024).
O hotel deve comunicar práticas ambientais apenas quando elas forem reais e verificáveis. Informações genéricas podem ser percebidas como greenwashing e comprometer a confiança.
Em 2025, 93% dos viajantes globais ouvidos pela Booking.com disseram desejar fazer escolhas de viagem mais sustentáveis e já ter adotado alguma ação nesse sentido (Booking.com, 2025).
“O hotel não deve tratar marketing como uma sequência de anúncios. O crescimento aparece quando atração, atendimento, reserva e relacionamento compartilham os mesmos dados e objetivos comerciais.”
Alexandre di Mello, fundador da Am9
Como inteligência artificial e automação podem ajudar?
A inteligência artificial pode apoiar a produção de conteúdo, classificação de contatos, personalização de mensagens, previsão de demanda e atendimento inicial. O uso precisa manter supervisão humana e acesso a informações atualizadas.
Ferramentas de busca também estão assumindo funções mais próximas do planejamento. Em 2025, o Google apresentou recursos de inteligência artificial capazes de ajudar usuários a comparar localização, atividades, preços e opções de hospedagem durante a criação de roteiros (Google, 2025).
Para aparecer nessas respostas, o hotel precisa publicar informações estruturadas e consistentes. Nome, endereço, categoria, comodidades, políticas, localização e tipos de acomodação devem estar claros no site e nos principais diretórios.
Quais processos podem ser automatizados?
- Resposta inicial a dúvidas recorrentes.
- Envio de confirmação e instruções pré-estadia.
- Recuperação de pedidos de reserva não concluídos.
- Solicitação de avaliação após o check-out.
- Segmentação de hóspedes por interesse e histórico.
- Campanhas para aniversários, feriados e baixa temporada.
- Distribuição de contatos para a equipe responsável.
A automação não deve dificultar o acesso a uma pessoa. Questões sobre acessibilidade, pagamento, grupos, eventos, necessidades específicas e alterações de reserva exigem uma passagem rápida para o atendimento humano.
A Am9 aplica essa lógica ao estruturar aquisição e prospecção como partes do mesmo sistema. O objetivo é evitar que oportunidades geradas por anúncios ou conteúdo sejam perdidas por falta de resposta e acompanhamento.
Qual plano prático de marketing para hotéis pode ser aplicado?
Uma implementação eficiente começa pela base, não pelo aumento imediato do orçamento. O hotel deve corrigir falhas de informação, conversão e mensuração antes de ampliar a mídia.
A demanda internacional pode crescer 60% até 2040, segundo projeção do Google, Deloitte e empresas do setor (Google e Deloitte, 2025). Capturar parte desse movimento exige preparação técnica e comercial.
Plano de implementação em oito etapas
- Defina os segmentos prioritários: identifique quem reserva, em quais períodos e com qual margem.
- Mapeie os canais atuais: compare site, OTAs, telefone, WhatsApp, Google e redes sociais.
- Calcule a receita líquida: desconte comissões, mídia, descontos e custos operacionais.
- Revise o site: corrija velocidade, navegação, páginas de quartos e motor de reservas.
- Organize a mensuração: configure eventos, conversões, parâmetros e origem das reservas.
- Ative campanhas de intenção: comece por buscas relacionadas à localização e ao perfil do hotel.
- Crie conteúdo útil: responda dúvidas sobre destino, acesso, eventos e experiências.
- Implemente retenção: use CRM, e-mail e WhatsApp para estimular retorno e indicação.
A recomendação prática é começar com uma campanha de alta intenção, uma página específica e um processo de atendimento mensurável. Depois de confirmar a conversão, o hotel pode expandir para novas regiões, públicos e formatos.
Uma estrutura integrada de atração, atendimento e conversão com a Am9 Traction pode ajudar a centralizar esses pontos e identificar onde as reservas estão sendo perdidas.
Quais erros prejudicam o marketing hoteleiro?
- Promover o hotel sem definir um público prioritário.
- Usar fotografias antigas ou diferentes da experiência real.
- Direcionar todos os anúncios para a página inicial.
- Demorar para responder contatos recebidos pelo WhatsApp.
- Analisar apenas curtidas, impressões e número de seguidores.
- Oferecer preço direto sem explicar suas vantagens.
- Não medir ligações, mensagens e reservas pelo motor.
- Interromper campanhas sem considerar sazonalidade e antecedência.
Outro erro é copiar a comunicação de grandes redes. Um hotel independente pode competir com proximidade, conhecimento local, flexibilidade e experiências que não cabem em uma mensagem padronizada.
A decisão também está mais sensível ao clima. Em 2026, 74% dos viajantes globais pesquisados afirmaram considerar riscos de eventos climáticos extremos ao escolher tanto o destino quanto o período da viagem (Booking.com, 2026).
Onde buscar dados confiáveis sobre turismo e hospedagem?
Decisões de marketing devem combinar dados internos com referências externas. O histórico do próprio hotel mostra conversão, diária, ocupação e origem das reservas, enquanto fontes de mercado ajudam a interpretar mudanças mais amplas.
O estudo do Google sobre o futuro das viagens apresenta projeções de demanda e transformações no comportamento dos viajantes.
Outras fontes úteis incluem Ministério do Turismo, Embratur, IBGE, secretarias estaduais e municipais, Google Trends, Destination Insights, observatórios de turismo, associações hoteleiras e relatórios das plataformas de reserva.
A Booking.com realizou sua pesquisa global de sustentabilidade de 2026 com 32.500 viajantes em 35 mercados (Booking.com, 2026). O tamanho da amostra ajuda a identificar tendências, mas os resultados ainda precisam ser confrontados com o perfil específico de cada hotel.
Perguntas frequentes sobre marketing para hotéis
O que é marketing para hotéis?
Marketing para hotéis é o conjunto de estratégias usadas para aumentar a visibilidade de um meio de hospedagem, atrair viajantes qualificados e transformar pesquisas em reservas. O trabalho pode envolver SEO, Google Hotel Ads, anúncios de pesquisa, redes sociais, conteúdo, e-mail, WhatsApp, gestão de reputação e automação. Uma estratégia eficiente acompanha toda a jornada do hóspede, desde a escolha do destino até o relacionamento depois da estadia.
Como um hotel pode conseguir mais reservas diretas?
Um hotel pode aumentar as reservas diretas melhorando seu site, simplificando o motor de reservas, divulgando benefícios exclusivos e atraindo visitantes com intenção real de hospedagem. SEO local, Google Ads, Google Hotel Ads, remarketing e atendimento rápido pelo WhatsApp ajudam nesse processo. A oferta direta não precisa ser sempre mais barata, mas deve apresentar vantagens claras, como flexibilidade, café da manhã, estacionamento, upgrade ou cancelamento facilitado.
Quanto um hotel deve investir em marketing digital?
O investimento depende da quantidade de quartos, diária média, localização, sazonalidade, taxa de ocupação e metas comerciais. Em vez de definir o orçamento apenas como um percentual da receita, o hotel deve calcular quanto pode pagar por uma reserva mantendo margem saudável. O valor inicial também deve considerar produção de conteúdo, mídia, tecnologia, motor de reservas, mensuração e atendimento. Campanhas menores podem começar localmente e crescer conforme os dados confirmam retorno.
Google Ads ou Instagram: qual funciona melhor para hotéis?
Google Ads e Instagram cumprem funções diferentes. O Google captura pessoas que já procuram hotel em determinada cidade, data ou região, enquanto o Instagram ajuda a despertar interesse, apresentar a experiência e gerar reconhecimento. Para hotéis com orçamento limitado, a pesquisa do Google tende a atender primeiro a demanda existente. O Instagram pode complementar a estratégia com vídeos, prova social, remarketing e divulgação de experiências, eventos, gastronomia e diferenciais.
Vale a pena investir em SEO para hotéis?
SEO para hotéis vale a pena porque amplia a presença orgânica em pesquisas relacionadas ao destino, à localização e às necessidades do viajante. O resultado não costuma ser imediato, mas pode reduzir o custo de aquisição ao longo do tempo. O hotel deve otimizar páginas de acomodações, localização, eventos, experiências e dúvidas frequentes. Também precisa manter o Perfil da Empresa no Google atualizado e garantir um site rápido, seguro e adaptado ao celular.
Como reduzir a dependência de Booking e outras OTAs?
A redução da dependência de OTAs deve ser gradual. O hotel precisa manter esses canais como fontes de alcance, mas criar condições para que parte da demanda passe a reservar diretamente. Isso exige uma marca reconhecível, site confiável, motor de reservas eficiente, benefícios exclusivos, CRM, remarketing e relacionamento pós-estadia. O objetivo não é abandonar as plataformas, mas construir uma distribuição equilibrada, com custos conhecidos e maior controle sobre os dados dos hóspedes.
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Como estruturar o crescimento digital do seu hotel?
O marketing para hotéis produz melhores resultados quando campanhas, site, atendimento e dados são administrados como um único processo. A análise deve começar pela demanda existente, identificar perdas na jornada e priorizar ações que possam ser medidas em reservas e receita.
A Am9 estrutura estratégias de growth marketing para atrair hóspedes e aumentar reservas, conectando aquisição, conteúdo, automação, atendimento e conversão em um sistema adaptado à realidade de cada negócio.



